“poente”
a brisa da praia
sopra fria
na hora
de acender as
luzes da casa
mas o vento
não apaga
lâmpadas
elétricas
(nunca foi
tão difícil
preservar
meus escuros)
corro
até a areia
sem concha
nas mãos
para ouvir
o mar
que me molha
os ouvidos
pelo fio
onde trago
pendurado
meu próprio
coração
sopra fria
na hora
de acender as
luzes da casa
mas o vento
não apaga
lâmpadas
elétricas
(nunca foi
tão difícil
preservar
meus escuros)
corro
até a areia
sem concha
nas mãos
para ouvir
o mar
que me molha
os ouvidos
pelo fio
onde trago
pendurado
meu próprio
coração

1 Comments:
At 12:05 PM,
Anônimo said…
engraçado né?
quando a gente mais quer estar junto, é quando a gente mais precisa estar distante.
eu amo tu por isso também!!!!!
por esse poema
e pelo mar também!!!!
eu
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